Tech Data Corporation anunciou os seus resultados financeiros do primeiro trimestre Fiscal de 2015

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A Tech Data Corporation anunciou os seus resultados financeiros do primeiro trimestre que terminou em 30 de abril de 2015.

Destaques Financeiros para o Primeiro Trimestre que Findou em 30 de abril de 2015:

As vendas líquidas no primeiro trimestre atingiram 5,9 milhares de milhões de dólares, uma quebra de cerca de 12 por cento em relação aos 6,7 milhares de milhões de dólares no mesmo trimestre do ano anterior. Excluindo o impacto cambial negativo de certas moedas em relação ao dólar norte americano em comparação com igual trimestre do ano anterior, das vendas líquidas consolidadas aumentaram 2 por cento.

  • Continente americano: as vendas líquidas atingiram os 2,3 milhares de milhões de dólares (cerca de 40 por centro das vendas líquidas mundiais), um decréscimo de 6 por cento em relação com o trimestre do ano anterior. Excluindo para ambos os períodos as vendas líquidas geradas no Chile, Peru e Uruguai devido à pré-anunciada saída da companhia desses mercados, e o impacto do enfraquecimento de algumas moedas em relação ao dólar americano, as vendas diminuíram cerca de 1 por cento em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.
  • Europa: as vendas líquidas atingiram os 3,5 milhares de milhões de dólares (cerca de 60 por centro das vendas líquidas mundiais), uma diminuição de 17 por cento (um aumento de 5 por cento em euros), em comparação com o trimestre do ano anterior.

O lucro bruto foi de 291,9 milhões de dólares, ou 4,96 por cento das vendas líquidas, contra os 335,3 milhões de dólares, ou 4,98 por cento das vendas líquidas no mesmo trimestre do ano anterior.

As despesas comerciais, gerais e administrativas non-GAAP foram de 241,7 milhões de dólares, ou 4,11 por centro das vendas líquidas, contra os 284,2 milhões de dólares, ou 4,22 por centro das vendas líquidas no mesmo trimestre do ano anterior. O decréscimo destas despesas comerciais, gerais e administrativas deve-se principalmente ao impacto cambial negativo do enfraquecimento de certas moedas em relação ao dólar. Em percentagem das vendas líquidas este decréscimo fica a dever-se a um melhor aproveitamento operacional de vendas mais elevadas e de uma gestão disciplinada das despesas na Europa.

O lucro bruto non-GAAP foi de 50,2 milhões de dólares, ou 0,85 por cento das vendas líquidas contra os 51,2 milhões de dólares, ou 0,76 por cento das vendas líquidas no mesmo trimestre do ano anterior. O enfraquecimento do euro em relação ao dólar em relação ao mesmo trimestre do ano anterior impactou negativamente o lucro bruto non-GAAP em cerca de 8 milhões de dólares.

  • Continente americano: O lucro bruto non-GAAP atingiu os 24,4 milhões de dólares, ou 1,04 por cento das vendas líquidas, contra os 29,3 milhões de dólares, ou 1,18 por cento das vendas líquidas em igual trimestre do ano anterior.
  • Europa: O lucro bruto non-GAAP atingiu os 29,6 milhões de dólares, ou 0,83 por cento das vendas líquidas, em comparação com os 23,8 milhões de dólares, ou 0.56 por cento das vendas líquidas em igual trimestre do ano anterior. O lucro bruto non-GAAP em euros melhorou 60 por cento quando comparado com idêntico trimestre do ano anterior.
  • As despesas com compensações através de ações foram de 3,8 milhões de dólares, contra 2,0 milhões de dólares no trimestre do ano anterior.

O lucro líquido non-GAAP foi de 29,6 milhões de dólares, ou 0,80 dólares por ação, contra 27,7 milhões de dólares ou $0.72 por ação no trimestre homólogo do ano anterior. O enfraquecimento de certas moedas contra o dólar americano em comparação com o trimestre do ano anterior impactou negativamente o lucro líquido non-GAAP em aproximadamente 5,3 milhões de dólares, ou 0,14 dólares por ação.

As disponibilidades financeiras líquidas libertadas pelas operações durante este primeiro trimestre foram de 103 milhões de dólares.

O retorno do capital investido numa base non-GAAP para os últimos 11 meses foi de 11 por cento.

Para Augusto Soveral, Country Manager da Tech Data Portugal, “A evolução do negócio em Portugal no primeiro trimestre do ano fiscal manteve a tendência positiva quer em vendas, quer em rentabilidade e eficiência. Estes resultados são o reflexo de uma estratégia continuada de maior proximidade no canal e uma especial atenção no serviço a revendedores e clientes. Mantemos expectativa positiva relativamente a este ano”.

Perspetivas

Para o segundo trimestre que termina em 31 de julho de 2015, a empresa espera uma diminuição das vendas (de ano para ano) no continente americano entre 0 e 5 por cento, e um crescimento de cerca de 5 por cento das vendas na Europa, em moeda local. Esta perspetiva já tem em conta a perda de aproximadamente 70 milhões de dólares nas vendas líquidas devidas à decisão da empresa de sair dos mercados do Chile, Perú e Uruguai. A empresa também prevê uma carga fiscal efetiva non-GAAP de 30 a 32 por cento, e uma taxa de câmbio média dólar/euro entre 1,05 e 1,00 euros.

“Estamos muito satisfeitos por poder reportar um excelente início para o ano fiscal de 12016 da Tech Data”, sublinhou o CEO Robert M. Dutkowsky. “Uma forte execução por parte da nossa equipa europeia, apoiada por um ambiente da procura melhor que o esperado, permitiu-nos ultrapassar problemas cambiais significativos e uma queda na região do continente americano, e ainda assim conseguirmos um sólido crescimento do lucro líquido non-GAAP e um crescimento de dois dígitos dos ganhos por ação non-GAAP. Para além disso, gerámos um forte cash flow e obtivemos um retorno do capital investido de 11 por cento, bem acima do nosso custo de capital. Os nossos resultados do primeiro trimestre são um testemunho da nossa estratégia de diversificação geográfica, de produto e de clientes. O nosso amplo portfolio permite à Tech Data operar com sucesso no atual mercado das TIs em rápida mudança, servir eficientemente os nossos parceiros e revendedores e proporcionar fortes resultados aos nossos acionistas”.


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Patricia Fonseca

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