Siemens investe mais de 4 mil milhões de euros em I&D

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O investimento da Siemens em Investigação & Desenvolvimento (I&D) aumentou para 4,3 mil milhões de euros no ano fiscal de 2013, representando 5,7 por cento das receitas. Este investimento levou a que o número de patentes detidas pela Siemens tivesse atingido um nível recorde, com o número de registos concedidos para as áreas de operações em curso a aumentar para 60.000.

“Não obstante a conjuntura económica atual, a Siemens voltou a aumentar o investimento em I&D, o que demonstra claramente a importância que atribuímos à pesquisa e inovação“, sublinhou João Seabra, membro da Comissão Executiva da Siemens Portugal, responsável pela área da Inovação da empresa.

A Siemens tem 29.800 colaboradores de I&D em todo o mundo. Para incentivar e distinguir os “criativos” que se dedicam a esta área e que contribuem para colocar a empresa na vanguarda do desenvolvimento de produtos e soluções inovadores, a Siemens entrega, desde 1995, o prémio de Inventores do Ano.

Este prémio, que visa galardoar os excecionais investigadores cujas inovações constituem contribuições importantes para o sucesso da empresa, premiou este ano um total de 12 colaboradores que, em conjunto, representam 500 patentes individuais

Patentes made in Portugal

Os sucessivos recordes mundiais no registo de patentes atingidos pela Siemens são alcançados com contributos de todas as filiais da empresa. Portugal não é exceção. E das mais de 60 mil patentes da siemens constam alguns produtos e soluções criados e desenvolvidos em território nacional, de que é exemplo o CapacityPlus.

Criado em 2004, por ocasião da realização do Europeu de Futebol em Portugal, para permitir ao aeroporto da Portela dar resposta a um pico sazonal de passageiros, o conceito CapacityPlus consiste em implementar terminais modulares, especialmente adaptados para a remodelação de infraestruturas existentes, em que o tempo de execução do projeto e a colocação em serviço são críticos para o operador.

Além do Euro 2004, o CapacityPlus foi implementado, por exemplo, no Aeroporto Internacional de Doha, no Qatar, para os XV Jogos Asiáticos 2006, e nas cidades de Port Elizabeth e Bloemfontein, na África do Sul, para dar resposta ao pico de passageiros do Campeonato Mundial de Futebol 2010. Este conceito já originou um volume de negócios no valor de 55 milhões de euros.


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