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SAP e Extreme Sailing Series chegam a Lisboa com novos catamarãs, foils e sensores

As regatas Extreme Sailing Series estão prontas para levarem os catamarãs com foils a um nível nunca antes visto e tudo isto graças a um volume de dados disponível a partir de novos sensores instalados a bordo dos catamarãs GC32.
Os novos sensores vão medir a altura a que os catamarãs navegam sob a água, à medida que “voam” no percurso do Stadium Racing. O objetivo final é processar rapidamente os dados registados, provenientes de sensores, através da aplicação SAP Sailing Analytics, que disponibiliza diretamente a todas as equipas informação em tempo real, permitindo-lhes um inigualável conhecimento de toda a prova e uma maior capacidade de mudança da estratégia durante as regatas.

Através de um sistema de medição a laser, a transmissão da informação reunida pelos sensores ajuda as tripulações a trabalharem na altura otimizada dos foils, mesmo nas diversas condições de vento e estado do mar, quando comparando com a velocidade dos catamarãs.

Os novos sensores são a mais recente inovação adotada pelas Extreme Sailing Series, disponibilizada pela SAP, cuja solução SAP Sailing Analytics tem fornecido, nos últimos quatro anos, informação técnica às Extreme Sailing Series.
Milan Cerny, consultor de Business Intelligence da SAP, refere que a mudança para os foils é uma oportunidade para a SAP – o Parceiro Tecnológico Oficial das Extreme Sailing Series – para evoluir a sua tecnologia e disponibilizar ainda mais conhecimento às melhores equipas de vela do mundo, adeptos e espetadores nos locais das regatas.

“Qual o sentido do foiling? Como é que este afeta o desempenho dos catamarãs? Significa o foiling ganhar automaticamente a regata?” – são questões bastante comuns, refere Milan Cerny. “Respondemos a essas questões através dos novos sensores, que nos fornecem informação tal como pitch, roll ou altura de navegação de cada catamarã. Quando esta informação é combinada com GPS tracking, juntamente com medições inovadoras de vento e com a capacidade de processamento em memória da nossa base de dados, SAP HANA*, é possível fornecer ainda mais dados em tempo real e logo após-regata às equipas, aos adeptos e aos media que acompanham as provas”, acrescentou.

Andy Tourell, Diretor de Projeto das Extreme Sailing Series, enaltece o compromisso da SAP nas Series. “Ter a SAP como nosso parceiro oficial de tecnologia, pelo quinto ano consecutivo, permite-nos estar no topo da inovação neste tão competitivo mundo que é a vela”, afirma. “A utilização dos novos sensores de foiling faculta às nossas equipas, adeptos da vela e aos media informação nunca antes vista, que só pode contribuir para aumentar o entusiasmo por este espetáculo desportivo, que levamos a oito lugares icónicos do mundo”, finaliza Andy Tourell.

A informação dos sensores torna-se num elemento bastante importante na análise levada a cabo pelas equipas, sobre o seu desempenho, logo após as regatas de cada dia de competição. Como é habitual, a solução SAP Sailing Analytics ajuda as equipas a otimizarem a afinação dos seus catamarãs e a tática para cada dia de competição ou para os quatro dias do Act.

Jes Gram-Hansen, co-skipper da equipa SAP Extreme Sailing sublinhou que “estamos a aprender a lidar com o novo catamarã na água todos os dias. A análise de cada vez mais regatas, bem como a possibilidade de testar a informação irá ajudar-nos a adaptar os barcos mais rapidamente e a ganhar uma vantagem que nos permita chegar nos primeiros lugares na sétima etapa da regata, em Lisboa”.

A edição de 2016 das Extreme Sailing Series, que também comemoram o seu 10º aniversário, vai trazer oito equipas da elite mundial da vela, de 14 países, pela primeira vez a Lisboa, para quatro dias de uma intensa batalha.

Esta edição assinala não apenas a introdução dos foils super velozes nos catamarãs GC32, mas também inovações no formato da regata, incluindo percursos curtos mas extremamente táticos e próximos da costa, aumentando o ritmo na água e a emoção em todo o circuito do Stadium Racing.


Patricia Fonseca

Patricia Fonseca

Viciada em tecnologia, entrou para a equipa em 2012 e é responsável pela Leak Business, função que acumula com a de editora da Leak. Não dispensa o telemóvel nem o iPod e não consegue ficar sem experimentar nenhum dispositivo tecnológico.

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