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Riscos cibernéticos são os que preocupam mais os gestores

A companhia de seguros norte-americana AIG acaba de disponibilizar em Portugal um novo seguro para a cobertura de um dos riscos mais preocupantes da atualidade: os riscos cibernéticos.

O CyberEdge é uma solução global de cobertura para proteger os negócios das empresas de fugas de dados confidenciais, pirataria informática, dumpster diving, vírus informáticos, sabotagem ou erro de colaboradores, pilhagem de informação e roubo de identidade.

Num mundo cada vez mais ligado através da Internet, a proteção fornecida pelo CyberEdge da AIG comporta uma valiosa camada adicional à mais potente primeira linha de defesa contra ameaças cibernéticas – o próprio sistema informático da empresa.

A AIG tem neste momento equipas em todo o mundo a monitorizar e reagir rapidamente aos fenómenos, desde a avaliação até ao processamento de sinistros, incluindo parcerias nas áreas forense, legal e comunicação.

A AIG disponibilizará em Portugal os seguintes módulos:

  • Cobertura de responsabilidade decorrentes de segurança e privacidade: cobertura para reclamações de terceiros decorrentes de falha na segurança da rede do segurado ou falha na proteção dos dados. A cobertura do seguro abrange igualmente ações regulatórias relacionadas com a falha de segurança, violação de privacidade ou falta de divulgação de uma falha de segurança ou violação de privacidade.
  • Cobertura de gestão de ocorrências: a cobertura é aplicável a falha de segurança ou violação de privacidade cobrindo os custos com notificações, relações públicas e outros serviços que auxiliam na gestão e minimização de um incidente cibernético. Os custos de investigação, honorários jurídicas e monitorização de identidade das vítimas de violação de privacidade estão incluídos.
  • Cobertura de perda de lucros por interrupção do sistema informático: a cobertura é aplicável a uma interrupção efetiva das operações de negocio do segurado causada por uma falha de segurança do sistema informático, através do reembolso dos lucros cessantes e despesas operacionais.
  • Cobertura de ciber-extorsão: a cobertura é aplicável a ameaças de ataques dolosos à segurança de um cliente por uma entidade externa com o intuito de extorquir dinheiro ou outros valores. Isto inclui custos de investigação para determinar a sua origem.

As empresas terão a flexibilidade de personalizar as opções de cobertura para assegurar que conseguem responder prontamente e evitar danos futuros ou mais dispendiosos.

O CyberEdge garante a resposta no caso de um incidente, de forma rápida efixaz e sistemática, incluindo:

  • Investigação informática forense para determinar as causas de uma ocorrência;
  • Conformidade com os diversos requisitos regulatórios de notificação e requisitos legais aplicáveis de cada país;
  • Gestão de crise para minimizar os danos de reputação
  • Contratação de consultores jurídicos para assessorar a empresa com relação a uma resposta a um incidente;

“Protegemos empresas contra riscos cibernéticos desde o fim da década de  90 quando a indústria dos ciber-seguros ainda estava nos seus primórdios. Temos uma cobertura adaptada às necessidades das empresas portuguesas, cada vez mais abertas e com negócio na Internet”, explica o Diretor Geral da AIG em Portugal, Álvaro Mengotti.

Aplicação inovadora para Ipad

Para suporte e fortalecer esta nova solução, a AIG desenvolveu uma aplicação mobile para iPad de apoio à gestão de risco cibernético. A aplicação é a primeira do género e disponibiliza informações de riscos cibernéticos, incluindo notícias, opiniões e análise de risco, com atualizações em tempo real de ataques, falhas e fuga de informação. Está disponível para download gratuito para todos no iTunes App Store.

A maior preocupação dos gestores

Um estudo recente da AIG revela que 258 administradores e diretores, gestores de risco e responsáveis da área informática classificaram os riscos para as suas empresas da seguinte forma:

Risco cibernético 86%

Lucros cessantes 82%

Danos patrimoniais 80%

Acidentes de trabalho 78%

Falha no fornecimento de energia 76%

Risco de investimentos e aplicações 76%

Risco automóvel/frota 65%


Bruno Fonseca

Bruno Fonseca

Fundador da Leak, estreou-se no online em 1999 quando criou a CDRW.co.pt. Deu os primeiros passos no mundo da tecnologia com o Spectrum 48K e nunca mais largou os computadores. É viciado em telemóveis, tablets e gadgets.

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