Ricoh patrocina Technology Frontiers 2013

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A Ricoh volta a patrocinar o programa de conferências Technology Frontiers, organizado pela revista britânica The Economist. As conferências terão lugar a 5 e 6 de Março de 2013, no Inmarsat Conference Centre, em Londres.

O programa Technology Frontiers deste ano explorará a temática dos seres humanos e as máquinas. Assim, será investigada a forma como empresas de diferentes sectores estão a enfrentar o desafio de assegurar que a tecnologia complementa de forma adequada a inteligência e imaginação dos seres humanos, e também de garantir que existe um enriquecimento mútuo e não competição.

Esta temática surge numa altura em que, à medida que as comunicações máquina-máquina, a robótica, a análise de dados e inúmeras tecnologias começam a ganhar terreno, quer nos negócios, quer na sociedade, o papel da intuição e imaginação dos seres humanos em diversas actividades parece estar a diminuir.

O programa, que conta com o patrocínio da Ricoh Europa, inclui um projecto de investigação de alto-nível, conduzido por Denis McCauley do Economist Intelligence Unit, e uma cimeira de 2 dias, uma vez mais presidida por Standage, Editor digital do The Economist, que irá analisar de forma detalhada a forma como a tecnologia está a redefinir quem somos,

Em comentário ao programa deste ano, Tom Standage afirmou, “O objectivo do evento Technology Frontiers é olhar para além das novas tecnologias e analisá-las num contexto mais amplo, considerando os seus efeitos na forma como vivemos e trabalhamos e na sociedade enquanto todo. Com a tecnologia presente em todos os quadrantes da nossa vida, torna-se cada vez mais importante olhar de uma forma mais abrangente”.

Carsten Bruhn, Vice-presidente Executivo da Ricoh Europa, referiu: “O programa do Grupo The Economist, patrocinado pelo segundo ano consecutivo pela Ricoh, constitui o fórum ideal para líderes empresariais de todo o mundo, permitindo-lhes colaborar e trocar ideias sobre como deverão ser geridas no futuro as mudanças associadas à tecnologia. É fundamental que não sobrestimemos as mudanças associadas à tecnologia e que, paralelamente, as empresas revejam os seus processos empresariais para associarem os colaboradores à tecnologia. Se o fizerem, as organizações estarão a criar um ambiente de trabalho em que a criatividade e inovação dos seres humanos serão reforçadas para um maior sucesso no futuro”.

Os oradores confirmados para a cimeira Technology Frontiers 2013, que terá lugar a 5 e 6 de Março de 2013, incluem também: Will Self, novelista e jornalista; Lane Greene, correspondente de Negócios do The Economist, entre outros, num painel em que se irá debater a forma como a tecnologia está a mudar não só a forma como comunicamos mas está também a alterar drasticamente os nossos relacionamentos e até a forma como pensamos; e Jaron Lanier, Cientista da Computação, que falará sobre a forma como a tecnologia está a mudar os seres humanos e como isto pode ser preocupante.

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O caso da Imaginação A automação impulsionada pela tecnologia é cada vez mais comum nos RH e noutras funções de back-office. Mas, até onde poderia ir a automação em funções nas quais o “espírito criativo” predomina, tais como I&D e marketing? Em que sectores do negócio mais terá a criatividade humana perdido terreno para a tecnologia?
Robots na sala de aula? Se os robots substituírem os assistentes de ensino nas salas de aula, tal como algumas pessoas prevêem, como serão avaliadas as reacções dos alunos aos robots e como serão analisados os resultados académicos?
Médicos e Pacientes À medida que alguns tipos de diagnósticos e tratamentos começam a ser geridos pelas tecnologias, como será que os hospitais e outros prestadores de serviços de saúde vão determinar as responsabilidades dos resultados nos casos dos pacientes – incluindo nas situações de insucesso?
Decisões financeiras arriscadas? À medida que aumentam as questões relacionadas com a gestão do risco dos investimentos, como será que as instituições financeiras vão enquadrar a confiança na tecnologia com a responsabilidade dos administradores? E até que ponto devem ser automatizadas as transacções entre banco-cliente?
Cidadãos, Governantes e Políticos O lançamento dos serviços públicos online ajudou as entidades governamentais a melhorarem a interacção com os cidadãos. Mas, como podem estas entidades governamentais decidir em que situações deve continuar a existir envolvimento dos funcionários públicos? E, será que a elaboração de políticas passará também a estar associada à tecnologia?
Redes de Produção Social À medida que a automação continua a contribuir para a produção em massa, tecnologias como a impressão 3D e as redes sociais prometem levar os seres humanos de volta à manufactura. Quais as implicações para produtores de diferentes dimensões?
A Experiência do Cliente O sector do retalho é sem dúvida o sector que mais necessita de manter o contacto humano com os clientes. Como irão os retalhistas conseguir um correcto equilíbrio entre seres humanos e máquinas à medida que as tecnologias de consumo se tornam mais sofisticadas?
O Futuro da Tomada de Decisões Intuitivas Até que ponto poderá a tecnologia contribuir para a automatização da tomada de decisões nas organizações? Como garantir que a inteligência e intuições dos seres humanos continuam a fazer parte do processo de gestão da tomada de decisões?

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Patricia Fonseca

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