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Repsol vende parte do negócio de gás canalizado por 652 milhões de euros

A Repsol acordou com a Natural Gas Distribution e a Redexis Gas a venda de parte do seu negócio de gás canalizado. As várias operações acordadas por ambas as empresas somam um total de 651.5 milhões de euros, gerando mais valias pós-impostos estimadas em 367 milhões de euros. Os acordos, que deverão estar completos no início de 2016, ficam agora sujeitos às correspondentes aprovações regulatórias.

Após estas transações, a Repsol mantém uma carteira de instalações de gás canalizado com capacidade para fornecer 141.535 clientes regionais, com os quais continuará a operar normalmente.

Mais de mil milhões de dólares em desinvestimento de ativos não-estratégicos

Com a venda parcial do seu negócio de gás canalizado, a Repsol superou os mil milhões de dólares de desinvestimento em ativos não estratégicos, anunciado na sequência da compra da Talisman. A aquisição da empresa energética canadiana levou a Repsol a aumentar significativamente a sua produção, assim como a quantidade e qualidade dos seus ativos, e começou um programa de otimização do portefólio.

Este programa incluía a venda, a 25 de setembro, da participação de 10% da Repsol na empresa logística Compañia Logística de Hidrocarburos (CLH), por 325 milhões de euros. A Repsol também vendeu as participações em três blocos de exploração do offshore canadiano ao BG Group.

Simultaneamente à implementação deste programa de otimização de ativos, a Repsol alcançou um recorde na produção de 700.000 barris equivalentes de petróleo por dia – um aumento de 97% relativamente à média de produção de 2014, de 355.000 barris por dia.

Este aumento resultou da adição de novos projetos de produção nos Estados Unidos, Canadá, Sudoeste Asiático, América Latina e Noruega, que derivaram em grande parte da aquisição da Talisman. A integração da empresa canadiana também permitiu à Repsol aumentar as suas reservas em 55%, alcançando os 2,2 mil milhões de barris equivalentes de petróleo.


Patricia Fonseca

Patricia Fonseca

Viciada em tecnologia, entrou para a equipa em 2012 e é responsável pela Leak Business, função que acumula com a de editora da Leak. Não dispensa o telemóvel nem o iPod e não consegue ficar sem experimentar nenhum dispositivo tecnológico.

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