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Relatório ESET revela tendências e previsões do cibercrime para 2016

A ESET divulga hoje o seu relatório “Trends 2016: (In)Security Everywhere”. Elaborado com base na informação recolhida pelos laboratórios de investigação da ESET, este relatório revela importantes problemas, eventos e desafios para 2016.

Ano após ano, os laboratórios de investigação da ESET analisam alguns dos mais importantes eventos do ano a nível mundial e verificam o seu impacto em empresas e consumidores.

Novas tecnologias, relatórios de ataques, novas famílias de malware e falhas de segurança: – a velocidade com que estes fenómenos surgem, em grande número, torna a segurança num desafio cada vez mais importante para negócios, empresas, governos e utilizadores em todo o mundo.

Em 2016, o relatório “Trends 2016: (In)Security Everywhere” analisa diversas áreas distintas, onde se destacam os perigos relacionados com a crescente conetividade, o ramsomware, os ataques direcionados, o Windows 10, entre muitos outros.

  • Internet das Coisas: como irá a crescente conetividade influenciar as empresas que consideram a segurança um elemento de extrema importância para as suas operações?
  • Ransomware: com o surgimento diário de novas variantes, este tipo de malware é cada vez mais preocupante para negócios e utilizadores domésticos.
  • Ataques direcionados: como irão a ciberespionagem e APTs afetar-nos no futuro?
  • Crimeware: quais os requisitos necessários para nos protegermos contra novas famílias, técnicas e campanhas de malware?
  • Exposição: como irão as falhas de segurança afetar empresas e vítimas inocentes?
  • Segurança Mobile: o que podemos esperar da tendência de malware móvel?
  • Windows 10: um olhar sobre as funcionalidades de segurança e privacidade.
  • Infraestruturas críticas: análise de como os sistemas críticos estão em risco crescente.
  • Leis e regulamentações: como estão os standards a ter impacto sobre os sistemas e pessoas?

Para a ESET a segurança da informação não depende apenas dos sistemas instalados nas empresas para bloquearem os ataques dos cibercriminosos, mas também da preparação e educação dos colaboradores para defenderem os seus dados, sistemas e infraestrutura. É necessário aceitar os desafios e assumir responsabilidades para melhorar e manter a segurança da informação.


Patricia Fonseca

Patricia Fonseca

Viciada em tecnologia, entrou para a equipa em 2012 e é responsável pela Leak Business, função que acumula com a de editora da Leak. Não dispensa o telemóvel nem o iPod e não consegue ficar sem experimentar nenhum dispositivo tecnológico.

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