Recomendações da Information Builders às empresas para uma melhor gestão dos dados

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Segundo a empresa analista Penteo, a inteligência e a analítica empresarial tornar-se-ão em 2015 a segunda maior prioridade dos CIOs, o que reflete o seu crescente peso específico nas agendas dos principais decisores do nosso setor. Para que este prognóstico se transforme em realidade, a Information Builders, fabricante especializado em business intelligence (BI) e analytics, integridade e integração da informação, considera que estas tecnologias não só devem estar em poder dos administradores e analistas das empresas, como tem acontecido até a data, como também se devem encontrar à disposição de qualquer colaborador, assim como entre clientes, parceiros e fornecedores. É o que o fabricante norte-americano tem batizado como `Intelligence for everyone´ ou ‘Inteligência para todos’.

Para que este propósito se translade de facto para as empresas, a Information Builders recomenda ter muito em conta três fatores essenciais:

Monetização dos dados: Numerosas companhias têm realizado importantes investimentos na recolha e processamento de dados. De facto, em média utilizam entre 3% e 6% do seu faturamento em melhorias dos seus aplicativos tecnológicos, que em 75% dos casos estão associados à recompilação de dados. E porque não rentabilizar melhor estes investimentos? Para isso, é fundamental que as empresas aprendam a monetizar os seus dados. Ao contrário do que possa parecer, a chave não consiste em comercializar com estes dados, mas sim numa tarefa mais subtil e indireta que possa chegar a gerar diversos benefícios: desde permitir que um processo flua de maneira mais eficiente, até incentivar certos tipos de comportamentos no cliente ou revelar o valor real de um ativo.

Self-service Analytics: O mercado demanda o self-service. Por um lado, o profissional de qualquer empresa quer ser mais autónomo na hora de projetar e desenvolver os seus próprios relatórios e análises, sem depender tanto do departamento de TI. Por outro, os CIOs e CTOs concordam que o analytics deve chegar às mãos de todos os trabalhadores e não só ficar em poder dos altos escalões, mas sempre e quando isso for feito de maneira segura. No entanto, é necessário ter em consideração que nem todos os trabalhadores que se encontram diante de um monitor são analistas de dados. Consciente desta obviedade, a Information Builders tem desenvolvido uma série de soluções que têm permitido que se converta no único fabricante do mercado capaz de oferecer dois tipos de analytics em modo self-service: uma baseada em ferramentas para analistas e outra em apps para as massas.

Gestão de dados de próxima geração: Já em 2012 a recolha de dados nas empresas cresceu aproximadamente 400%; embora a maioria dessa informação tenha sido criada por indivíduos, são as organizações as responsáveis por armazená-las e geri-las. Em numerosas ocasiões o tratamento dessa informação não se tem desenvolvido de maneira correta, mas a Information Builders sabe como solucionar esta grave problemática: em primeiro lugar, gerindo o ciclo de vida do dado do princípio ao fim; e, em segundo, apostando numa arquitetura adaptada aos fenómenos do big data, da cloud e da partilha de informação.


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Patricia Fonseca

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