Qlikview expande os recursos móveis do QlikView

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A QlikTech anuncia que está a expandir os recursos móveis do QlikView, com o lançamento de uma nova aplicação iOS que oferece uma solução de business discovery com o melhor dos dois mundos para o acesso móvel online e offline. O QlikView para iOS, atualmente disponível para iPad na App Store da Apple, oferece uma funcionalidade offline que complementa o acesso via browser em equipamentos móveis ao QlikView. Desenvolvido em conjunto com um dos cinco maiores clientes do QlikView a nível global, na área farmacêutica, a aplicação oferece a experiência de um portal completo com um ponto de acesso nativo, aproveitando as capacidades do QlikView baseadas em HTML5 para explorar todas as possibilidades de análise de dados. Os utilizadores obtêm todo o controlo e flexibilidade do Business Discovery da QlikTech quando estão conectados, e passam a beneficiar de um novo modo desconectado para o acesso offline. A aplicação pode ser gratuitamente descarregada através de download e funciona com qualquer licença de QlikView 11 server, sem nenhum custo adicional.

A Capacidade Máxima do QlikView no Modo Online

Quando conectadas, as aplicações QlikView funcionam com dados em tempo real e proporcionam uma experiência Business Discovery totalmente interativa. Isto inclui a Experiência Associativa, a pesquisa global, a visualização de dados dinâmicos e o modo de colaboração. O servidor da QlikView alimenta a experiência por meio da filtragem de dados, gestão de associações, e cálculos de desempenho em tempo real. O resultado é uma combinação única de flexibilidade e controlo, que faculta respostas às perguntas imprevisíveis que surgem em ambientes móveis.

Vistas Offline Flexíveis, Definidas pelo Utilizador

Além do modo completo de Business Discovery quando se encontra conectado, o QlikView para iOS fornece um novo modo desconectado no iPad que oferece capacidade de análise offline. Os utilizadores definem a informação que querem manter offline, através de uma combinação de marcadores e dimensões da QlikView. O servidor do QlikView gera então uma série de “fatias” das aplicações, que são codificadas e transferidas para o iPad. Quando estiverem desconectados, os utilizadores podem abrir aplicações QlikView, navegar em todos os separadores e objetos, e selecionar combinações de marcadores e valores de dimensão disponíveis, através de uma interface nativa. Uma vez que os próprios utilizadores podem criar marcadores para serem guardados offline, a dependência da elaboração de relatórios para prever as necessidades do utilizador é praticamente eliminada.

Experiência Consistente do Utilizador

O QlikView para iOS oferece um conjunto avançado de recursos que complementam e prolongam a estratégia geral do HTML5 da QlikTech em dispositivos móveis. Agora, as empresas podem escolher entre a implementação do QlikView em Equipamentos Móveis em Safari ou tirar partido do novo QlikView para aplicações iOS. Independentemente do cliente pelo qual são utilizadas, as aplicações QlikView mantêm a mesma aparência em todas as plataformas e, agora, até os mesmos estados de conexão. Além disso, o Servidor do QlikView continua a oferecer a segurança e a capacidade de gestão centralizada exigida por organizações de TI de classe mundial. Com o QlikView para iOS, não há compromisso possível entre a funcionalidade desconectada e o Business Discovery – as organizações obtêm ambos.

“Há muitas ferramentas de BI móvel no mercado e vêm mais a caminho. Muitos desses produtos são comercializados com base num atributo essencial: têm um ótimo aspeto”, indica Jeff Boehm, vice-presidente de marketing global de produto na QlikTech. “Porém, é importante considerar o valor real que pode ser desbloqueado através do BI móvel para grupos empresariais e departamentos de TI. Ajudar as pessoas a resolver problemas reais exige mais do que apenas relatórios com excelente aspeto. Com o QlikView, o Business Discovery é visualmente atrativo, mas também dinâmico para incentivar pensamentos independentes de relatórios, onde quer que se encontre o utilizador”.


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Patricia Fonseca

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