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PME implementam novas soluções de TI para ultrapassar a crise

As pequenas e médias empresas portuguesas estão a aumentar o investimento em novas soluções tecnológicas para minimizar o impacto da crise e aumentar a competitividade, revela o estudo IDC: “As TIC e a competitividade das PME”. As soluções de cloud computing, big data, social business, banda larga móvel e a aposta em equipamentos e aplicações móveis estão entre as principais tendências.

”Apesar do cenário económico recessivo e da redução de despesas com tecnologias de informação e comunicações, as PME tem vindo a investir na adoção de novas tecnologias, nomeadamente na implementação de soluções de cloud computing e mobilidade. Esta tendência deverá manter-se nos próximos 12 meses”, explica Gabriel Coimbra, Country Manager da IDC Portugal.

A generalidade das organizações de pequena e média dimensão sublinha o impacto positivo destas tecnologias no negócio, indicando a melhoria da informação de suporte à decisão e melhoria dos processos de negócio como os principais benefícios. A maioria das organizações inquiridas refere, ainda, que alcançaram uma melhoria significativa da produtividade dos colaboradores e do relacionamento com os clientes.

A grande maioria das PME revela que, apesar da aposta em estratégias de internacionalização e de desenvolvimento de novos produtos e serviços, tem adotado também estratégias de identificação e redução de custos para manter a competitividade.

O estudo IDC revela que o novo paradigma tecnológico, designado de economia inteligente, suportado por um conjunto de pilares tecnológicos – cloud computing, big data, social business, banda larga móvel, equipamentos e aplicações móveis – está a ter um impacto profundo na própria reorganização das atividades das PME.

Segundo os analistas da IDC, as PME no território nacional têm uma infraestrutura tecnológica de suporte ao negócio e atividades com algum grau de sofisticação. A maioria das organizações tem uma elevada taxa de penetração de computadores pessoais, procedeu à implementação de servidores e iniciou, mais recentemente, o processo de consolidação e virtualização destes equipamentos e procedeu também à implementação de soluções de gestão de negócio na maioria das áreas funcionais.

Para além do impacto no negócio, a generalidade dos inquiridos considera que estas tecnologias são vitais para o sucesso do negócio das suas organizações no território nacional, assim como acreditam que podem desempenhar um papel crucial para que as suas organizações possam ultrapassar o actual cenário económico.

De acordo com Diogo Sousa, Industry Standard Servers Category Division Manager da HP Portugal, “as TI devem funcionar como um elemento catalisador, estar alinhadas com o negócio e permitir às PME uma atuação competitiva, ágil e flexível no mercado. Este estudo confirma o que temos vindo a assistir, isto é, que as PME encaram cada vez mais as TI como uma forma de fazer negócio, criando novos canais de venda, bem como uma forma de incrementar o mercado onde operam, promovendo a internacionalização, reduzindo os constrangimentos da distância geográfica e simplificando os temas monetário e linguístico. A HP, em conjunto com os seus Parceiros, está preparada para ajudar este importante setor da economia nacional a responder de forma pronta e eficaz aos desafios de negócio, com soluções chave-na-mão, fáceis de implementar e de gerir e que oferecem um rápido retorno do investimento.”

“As conclusões do estudo da IDC vão ao encontro da visão que a Intel tem, não só para Portugal como a nível global, em relação às pequenas e médias empresas: a inovação tecnológica não é encarada como um custo mas sim como um investimento que pode ser fulcral para a atividade de uma determinada companhia. Apesar dos desafios colocados pela atual conjuntura financeira, é importante testemunhar que o tecido empresarial português não vê a tecnologia como um elemento secundário do negócio, mas sim como um meio essencial para otimizar processos, reduzir custos e tornar o negócio mais eficiente. A Intel, juntamente com os seus parceiros, partilha desta visão e pretende continuar a ajudar as PME’s nacionais a terem acesso às soluções de maior desempenho que lhes permitem ser mais competitivos”, afirma Alexandre Santos, Business Manager da Intel Portugal.


Bruno Fonseca

Bruno Fonseca

Fundador da Leak, estreou-se no online em 1999 quando criou a CDRW.co.pt. Deu os primeiros passos no mundo da tecnologia com o Spectrum 48K e nunca mais largou os computadores. É viciado em telemóveis, tablets e gadgets.

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