Opensoft mantém aposta no software de notariado SIMN

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A Opensoft foi um dos patrocinadores do III Congresso do Notariado Português, que decorreu entre 6 e 8 de março, no CCB em Lisboa. Desta forma, a empresa portuguesa reforçou uma vez mais o seu compromisso em apoiar a classe notarial, mostrando-se atenta e capaz de dar resposta às necessidades do setor.

O SIMN – Sistema Integrado de Métodos Notariais, mostrou que continua a evoluir, apostando na simplificação dos processos, na maior eficiência e otimização da atividade notarial.

A Opensoft deu a conhecer as vantagens do SIMN aos notários, nacionais e estrangeiros, que estiveram presentes neste evento, reforçando laços e estabelecendo contacto com clientes de todo o país. As novas funcionalidades do SIMN, adaptadas às exigências legislativas, foram o ponto-chave da presença da Opensoft.

“O Congresso foi muito dinâmico e positivo e lançou-nos novos desafios aos quais iremos dar resposta, desenvolvendo novas funcionalidades, adequadas às atuais necessidades da atividade notarial” revela Joana Peixoto, diretora Comercial e de Marketing da Opensoft.

O III Congresso do Notariado Português assinalou os 800 anos do notariado português e contou com a presença de importantes nomes como João Maia Rodrigues, Bastonário da Ordem dos Notários; Paula Teixeira da Cruz, ministra da Justiça; os presidentes do Supremo Tribunal Administrativo e da Procuradora-Geral da República e ainda a bastonária da ordem dos Advogados.

O programa contou com várias atividades de onde se destacaram a cerimónia de emissão de um selo alusivo ao oitavo aniversário da Ordem dos Notários; a exibição de um filme sobre a história do notariado em Portugal; um concerto; e a exposição do mais antigo documento escrito por um tabelião português.

Durante o Congresso foram abordados temas relevantes e lançados novos desafios para o futuro da atividade em Portugal, na Europa e no Mundo. Na sua intervenção, Paula Teixeira da Cruz anunciou a abertura de concurso para mais 129 cartórios notariais, explicando que a ideia é assegurar a cobertura do território nacional, dando, neste caso, primazia ao interior do país.


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Patricia Fonseca

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