Negócio internacional da InnoWave já vale 62% do total

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A InnoWave e as suas subsidiárias internacionais já contabilizam mais de 62% do seu negócio de mercados além-fronteiras, apostando forte na angariação de grandes clientes, como a Vodafone Nova Zelândia, um dos mais recentes. A InnoWave Portugal, isoladamente, já exporta mais de 44% dos seus produtos e serviços, o que enfatiza o papel que os mercados externos
têm na faturação da empresa. Em maio, a empresa abriu um novo escritório nos EUA e, este mês, abriu uma representação na Holanda.

Ainda em termos internacionais, a InnoWave está, neste momento, a explorar oportunidades de negócio para a internacionalização da plataforma yubuy, nomeadamente na Bélgica, Holanda e Reino Unido. «Estamos a fechar bastante negócio nas nossas três principais geografias – Portugal, Bélgica e Reino Unido», desvenda Tiago Gonçalves, CEO da InnoWave. «Embora ambicioso, continuamos a acreditar que vamos conseguir atingir os objetivos a que nos propusemos», adiciona.

Considerando os resultados internacionais, a InnoWave mantém o objetivo de crescer 55% em 2017, sendo que as principais apostas até final do ano passam por «consolidar as novas operações nos EUA e Holanda e por continuar a atrair e reter talento, âncora principal de todo o nosso negócio», afirma Tiago Gonçalves.

«Já recrutámos 32 pessoas desde o início do ano, nomeadamente programadores Java/C#, programadores Mobile, consultores de Quality Assurance, programadores Salesforce e Data scientists», revela Tiago Gonçalves. «Até final do ano, pretendemos ainda recrutar mais 50 empregados para os mesmos tipos de funções», acrescenta o responsável.

Entre os resultados que mais se destacaram no primeiro trimestre, destaque para a Thought Creator, na área de IoT, que mantém o objetivo de crescer 600% em relação a 2016. «A área de produto da InnoWave, na qual destacamos o nosso produto de automação de testes – InnSpect – está também a ter um ano muito interessante, onde destacamos o mais recente cliente, a Vodafone Nova Zelândia», sustenta Tiago Gonçalves.


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Patricia Fonseca

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