NEC lança serviços geridos e chave na mão para «New Last Mile»

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A NEC lançou uma nova solução one-stop-shop «New Last Mile» para ajudar os operadores de rede a implementarem as próximas fases das redes LTE de forma mais rápida, económica e integrada, e atender assim à crescente procura de banda larga móvel. Esta solução foi concebida para facilitar o cumprimento dos compromissos de cobertura LTE em ambientes urbanos complexos, em instalações de clientes VIP atualmente não cobertas pela rede macro e em zonas rurais, em conformidade com as obrigações decorrentes do licenciamento do espectro.

Ao trabalhar com a NEC em projetos individuais chave na mão – ou em serviço totalmente gerido – os operadores podem reduzir os custos de lidar diretamente com múltiplos fornecedores e beneficiar do acesso à abordagem integrada da NEC que minimiza as visitas ao local e ajuda no cumprimento de programas de implementação exigentes. Este novo modelo de negócio tira partido tanto da liderança da NEC na tecnologia aberta HetNet multifornecedor, como do seu portefólio nos domínios das small cell e do backhaul, que é o mais abrangente do mercado.

A NEC proporciona um portefólio de serviços especializados de consultoria e de gestão de projetos, incluindo a identificação dos hotspots nas RAN (redes de acesso rádio) utilizando análise de redes sociais, a consultoria relativa a ganhos de eficiência associados a eventuais partilhas de RAN entre múltiplos operadores e o planeamento de redes backhaul «non-line-of-sight» em ambientes urbanos complexos. Os especialistas da NEC recomendam, implementam e otimizam a solução de microondas, ondas milimétricas ou small cell e backhaul ótico mais adequada para cada novo local. Sempre que a opção do cabo de fibra ótica não seja viável por motivo de custos, tempo disponível ou acessibilidade reduzida, um leque extenso de soluções rádio ponto-a-ponto, ponto-multiponto e backhaul radio «non-line-of-sight» e «near-line-of-sight» estão disponíveis para servir até os mais exigentes ambientes urbanos.

Durante a fase de instalação, a NEC trabalha no sentido de calibrar meticulosamente o alinhamento das antenas, tendo em conta as possíveis mudanças do ambiente exterior dependendo da folhagem, da sinalética, do movimento de veículos altos e dos efeitos de propagação causados pela chuva intensa. A NEC continua a otimizar o desempenho das redes para gerir da forma mais eficiente vários tipos de dados, incluindo dados de voz e os crescentes volumes de dados de vídeo, durante todo o ciclo de manutenção.

Os operadores podem optar pela utilização da plataforma aberta HetNet da NEC, que utiliza algoritmos avançados para a redução de interferências e funcionalidades Self-Organizing Network (SON), para proporcionar a conectividade móvel ininterrupta através de qualquer combinação de macro e small cells. Utilizando técnicas inteligentes de gestão de tráfego e de interferências, esta plataforma da NEC minimiza a utilização dos recursos da rede ao mesmo tempo que assegura, de forma consistente, uma elevada qualidade de serviço (QoS). A NEC é também pioneira no desenvolvimento da tecnologia LTE sensível à velocidade, que alerta as estações de base numa extensa área acerca dos dispositivos móveis que estão a deslocar-se a grande velocidade, mas que determina uma área mais restrita para aqueles que se deslocam mais lentamente, a fim de reduzir o “chatter” desnecessário na rede e libertar assim capacidade adicional.

«As redes macro e small cell não podem simplesmente ser implementadas da mesma forma. Face à pressão da procura, às novas técnicas de planeamento e às, literalmente, centenas de variações nos cenários de implementação, a NEC criou a sua iniciativa «New Last Mile» que proporciona um novo modelo de negócio para ajudar os nossos clientes a superar os desafios económicos e técnicos no cumprimento dos seus compromissos de cobertura LTE,» disse Katsumi Tanoue, Diretor Geral Adjunto da NEC Corporation. «Eliminamos a complexidade pela otimização do modelo de fornecimento, enquanto criamos uma rede multifornecedor mais aberta e normalizada.»

 


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Patricia Fonseca

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