Mercado dos eletrodomésticos e da microinformática em queda

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As intenções de compra de eletrodomésticos, eletrónica de consumo (televisores, hi-fi, vídeo, etc.) e de microinformática mantêm-se em queda no nosso país. A queda mais acentuada verifica-se na eletrónica de consumo, passou de 22%, em 2012, para 12% em 2013. Já na microinformática regista-se o valor mais baixo de sempre de intenções de compra: 8%. Apesar de terem uma queda de 9%, as intenções de compra de eletrodomésticos dos portugueses ainda se mantêm nos 23%. Estes dados foram recolhidos e analisados pelo Observador Cetelem.

Em 2010, 45% dos portugueses tinham intenções de comprar eletrodomésticos, atualmente apenas 23% afirmam que o ponderam fazer num futuro próximo. Portugal deixou também de estar no pódio dos países europeus com maior orçamento disponível para compras de eletrodomésticos (152 euros). À França (266 euros) e à Alemanha (193 euros), junta-se agora a República Checa (179 euros).

No que diz respeito aos produtos de eletrónica de consumo, na análise do Observador Cetelem, Portugal e a Hungria são os países que possuem as intenções de compra mais baixas (12% contra uma média de 19%). No entanto, Portugal é dos países que disponibiliza o maior orçamento para gastos neste tipo de produto (217 euros), sendo só ultrapassado pela Alemanha que apresenta um orçamento médio por família de 220 euros.

Desde 2011, que as intenções de compra no mercado da microinformática se situavam nos 12%, mas em 2013 baixaram até aos 8%. Um valor abaixo da média dos países analisados (15%). Relativamente ao orçamento médio disponível para despesas com microinformática, as famílias portuguesas não pretendem gastar mais de 144 euros.


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Patricia Fonseca

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