Konica Minolta reduz emissões de CO2 e aposta nos materiais reciclados

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A empresa de soluções de impressão e gestão documental apostou na redução do impacto ambiental da sua atividade e os resultados estão à vista. As vendas de “Green Products” (produtos “verdes”) representam 54% do total de todas as áreas de negócio, 33 novos produtos foram introduzidos neste mercado e o objetivo de reduzir as emissões de CO2 em 80% até 2050 continua no bom caminho.

Redução de CO2 em 20% nas “Green Factories” com certificação de nível 2

Através do seu sistema de certificação ambiental – o “Green Factor Certification System”, que avalia as atividades ambientais nos locais de produção desde 2010 – seis fábricas (cinco no Japão e uma na China) atingiram o nível 2 desta certificação. Este nível traduz-se na redução das emissões de CO2 em 20% e da descarga de resíduos em 50%.

Redução das emissões de CO2 na distribuição

A Konica Minolta avalia o seu desempenho ambiental na distribuição, vendas, serviço, recolha e reciclagem. As emissões de gases com efeito de estufa foram reduzidas ao serem reduzidas as distâncias no transporte e na otimização dos locais e rotas de distribuição, bem como na redução ao recurso ao transporte aéreo.

No ano fiscal de 2014, a taxa de reciclagem atingiu os 98%.

Redução do impacto ambiental em cooperação com os fornecedores

Tendo em conta toda a cadeia de valor, a Konica Minolta reduziu as emissões de CO2 em 2,7% para 1,37 milhões de toneladas, em comparação com o ano fiscal de 2013. Esta avaliação inclui os fornecedores da Konica Minolta, os quais apoiaram o esforço da empresa para a obtenção destes resultados, no âmbito da iniciativa “Green Suppliers” (fornecedores “verdes”).

O CEO da multinacional japonesa, Shoei Yamana, declara: “Por forma a conseguirmos crescer sustentadamente nos próximos 50 anos, ou até 100, é vital que se crie não só valor económico como social e ambiental”. “A Redução das emissões de gases com efeito de estufa, sustentabilidade de recursos, preservação da biodiversidade, entre outros, têm de ser prioridades para as empresas”, conclui.


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Patricia Fonseca

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