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Lucros da Kaspersky Lab crescem 8%, atingindo 568 milhões de euros em 2017

A Kaspersky Lab cresceu de forma sustentável em 2017, tendo aumentado os seus lucros globais em 8% (valores não auditados. Segundo padrões IFRS), com um total de 568 milhões de euros. A segunda metade de 2017 foi um desafio para a empresa devido a agitações geopolíticas e acusações infundadas; no entanto, a confiança que os seus clientes e parceiros demonstraram na empresa permitiu que este fosse mais um ano de sucesso para o negócio.

O crescimento foi impulsionado pelo forte desenvolvimento do setor B2B da Kaspersky Lab (+13%). A empresa confirma um crescimento de 30% no segmento empresarial, 61% em non-Endpoint, e 41% em serviços de inteligência de cibersegurança. A Kaspersky Lab continua a ampliar o seu portfólio, introduzindo e melhorando soluções que previnem, detetam e respondem às ciberameaças mais sofisticadas, como EDR, e uma ampla gama de serviços profissionais. Atualmente, 69 empresas da lista Fortune 500 são clientes da Kaspersky Lab.

Para além disso, a área de B2C também se mantém relativamente estável, impulsionado por um forte desenvolvimento das vendas digitais, o que contribui também para o crescimento global dos resultados da empresa.

No mercado norte-americano, as contratações diminuíram cerca de 8% como consequência do clima geopolítico e das acusações infundadas que enfrentou a empresa. A nível mundial, os resultados cumpriram todas as expectativas, com crescimentos bastante sólidos em regiões como a América Latina (+18%), Rússia e CIS (+34%), META (+31%) e APAC (+11%). O Japão apresenta um crescimento moderado (4%), enquanto a Europa está ligeiramente abaixo das previsões (-2%).

A Kaspersky Lab lançou uma nova iniciativa de Transparência Global para, neste contexto geopolítico, dar resposta a qualquer dúvida que os clientes e os parceiros possam ter sobre os seus produtos e serviços. Desta forma, a empresa continua a defender os valores de confiança, transparência e responsabilidade a que já está associada há mais de 20 anos. Esta iniciativa inclui uma revisão independente do código fonte da empresa, atualizações de software e regras de deteção de ameaças; uma revisão independente dos processos internos de verificação da integridade das soluções e processos da empresa; três centros de transparência para 2020 na Ásia, Europa e América do Norte; e aumento das recompensas até 100.000 dólares por vulnerabilidade descoberta nos seus produtos.


Patricia Fonseca

Patricia Fonseca

Viciada em tecnologia, entrou para a equipa em 2012 e é responsável pela Leak Business, função que acumula com a de editora da Leak. Não dispensa o telemóvel nem o iPod e não consegue ficar sem experimentar nenhum dispositivo tecnológico.

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