Information Builders aposta forte no Big Data

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A Information Builders dispõe da proposta mais capacitada para tirar o máximo partido de Big Data, um dos fenómenos tecnológicos que receberá maior investimento nos próximos anos. As empresas têm-se dado conta das possibilidades que podem surgir em armazenar e processar grandes volumes de dados e como este processo pode ajudar a melhorar a sua atividade. Por este motivo, o investimento destinado a este campo está a crescer de forma significativa. Segundo a Gartner, em 2012 foram investidos a nível mundial 28.000 milhões de dólares em Big Data, número que ascenderá aos 34 000 milhões no próximo ano.

“A conversação relativa ao armazenamento de dados, que antes girava em torno de megabytes e gigabytes, já evoluiu rapidamente para termos como terabyte, petabyte e exabyte, e inclusive zettabyte em alguns setores”, sublinha Manuel del Pino, responsável pela Pré-venda da Information Builders para Portugal, Espanha e México. “Esta é uma boa notícia, já que mais dados implica mais informação e mais valor para o negócio. Porém, se se pretende obter resultados satisfatórios, tem de se apostar numa estratégia adequada de recopilação, limpeza, correlação e análise de toda a informação”.

Recolha de Big Data

Em primeiro lugar, qualquer empresa que pretenda empreender uma estratégia acertada no campo de Big Data, tem de avaliar se é possível recuperar o investimento relativo à recolha e armazenamento de toda a informação que dispõe. Por vezes, é mais recomendável evitar aquele tipo de informação cujo custo de avaliação é demasiado alto. Mas quando se encontram os dados procurados, há que se começar a recolhê-los. Além disso, é recomendável ir mais além dos dados em si e centrar-se também nos metadados, quer seja o sistema e o tempo de criação, o canal pelo qual estão a ser distribuídos, os sentimentos refletidos no texto, etc.
As soluções de integração iWay da Information Builders ajudam a recolher cada modelo de informação, quer a empresa o necessite em tempo real ou para fins históricos. Falamos tanto de dados não estruturados, como posts procedentes de blogs ou comentários em redes sociais, dados cuja origem está na cloud, seja de serviços Web ou de queries; dados estruturados provenientes de ERPs, CRMs, plataformas `legacy ́ e outros sistemas; ou dados sensoriais relativos a processos RFID ou digitalizações UPC.
Limpeza e correlação de Big Data

Antes de utilizar os grandes volumes de dados, é necessário limpá-los. Isto torna-se ineficaz se estiverem a ser utilizados neste momento ou se foram guardados em imensos armazéns de dados. O mais apropriado é limpá-los onde se encontram: seja no ponto onde as transações fluem através dos sistemas, no campo do sítio Web onde o utilizador clica ou então onde o RSS feed o informa que está disponível uma nova entrada do blog que segue.

Também se torna necessário correlacionar a informação a partir de múltiplos sistemas. Por exemplo, uma empresa pode melhorar eficazmente o seu modelo de marketing direto se o sistema lhe puder indicar que o “irodrigues1968” que aparece na sua página Web é o mesmo “Inácio Rodrigues” que utilizou a sua conta de crédito através do telemóvel no mês passado, assim como o “Tozé Rodrigues” que acaba de entrar na sua loja de Braga.

As soluções de integridade iWay da Information Builders incluem uma ferramenta de qualificação de dados que ajuda a criar um “firewall de qualidade da informação” e que assegura a qualidade do dado antes que este se propague a outras áreas da empresa. Como resultado pode obter-se melhores processos operacionais, uma inteligência de negócio mais eficaz e, ao mesmo tempo em que o dado se desloca para o reino do Big Data, uma análise dos grandes volumes de dados melhor gerida e correlacionada. Além disso, estas soluções também oferecem tecnologia de gestão de dados mestres (MDM ou master data management, na sua sigla em inglês), que permite correlacionar informação díspar a partir de diferentes tipos de sistemas e que pode ser supervisionada por administradores de dados que, inclusive, podem gerir dados a partir de dispositivos móveis.

Utilização de Big Data: business intelligence, análises e rastreio

A maior parte das empresas não tem problemas na hora de recolher dados. Na verdade, costumam obter mais informações do que as que podem utilizar. Apesar das tecnologias de inteligência no negócio (BI), análises e procura de dados empresariais estarem bastante desenvolvidas, a maioria das pessoas gasta muitas horas por semana a procurar a informação que necessita.
Para tirar partido de grandes volumes de informação, as empresas devem dar poder aos seus utilizadores de uma forma simples e acessível. Por exemplo, devem proporcionar aos seus profissionais de atendimento ao cliente ferramentas de avaliação predicativa, que lhes permitam saber que ofertas têm mais possibilidades de serem bem-sucedidas. É necessário facilitar-lhes aplicações sofisticadas de visualização que os ajudem a analisar padrões, entre milhões de pontos de dados. E também deve fornecer-se ao diretor de marketing uma alavanca de comando que lhe permita avaliar os sentimentos que os novos produtos que acabam de lançar estão a despertar nas redes sociais.
Se os dados de uma empresa adquirem um volume de dimensões consideráveis, esta organização necessitará de ajuda para encontrar a informação ou as análises que dela derivem. Para isso, terá de contar com um motor de pesquisa, como é o caso do Magnify Search Engine, que se encontra plenamente familiarizado com os dados estruturados e não estruturados e com as ligações aos relatórios e análises existentes.

Apoio aos grandes player

As soluções da Information Builders para o âmbito de Big Data suportam os principais sistemas de armazenamento de grande rendimento do mercado, como IBM Netezza, Oracle Exadata, SAP HANA, Teradata, EMC Greenplum, HP Vertica, 1010data, ParAccel e Kognitio, assim como as bases de dados denominadas `mapreduce ́, tais como Hadoop e MongoDB. Para os nossos clientes de WebFOCUS, a Information Builders conta com WebFOCUS Hyperstage, uma solução de armazenamento de dados realmente eficiente, para grandes volumes de relatórios e análises.

“Um dos nossos objetivos no campo de Big Data é que o WebFOCUS possa aceder a todo o tipo de dados”, reconhece Manuel del Pino. “Quer sejam relacionais (como Oracle, Teradata ou SQL Server), aplicações proprietárias (como PeopleSoft, Siebel ou SAP), OLAP (como SAP/BW, ESSBASE ou SQL Server), `legacy ́ (como IMS, Remedy ou C-ISAM) ou ficheiros planos (como Excel) através de mais de 80 conectores. Mas também deve considerar-se que contamos com adaptadores para WebFOCUS relacionados com as novas fontes de dados, como FaceBook, Safesforce.com, MongoDB (JSON) ou Hadoop/Hive/HDFS”.


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Patricia Fonseca

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