Indra e a Digitalis aliam-se em projecto-piloto

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A Indra e a Digitalis, num projecto-piloto com o Instituto Superior de Ciências Políticas e Sociais (ISCSP), desenvolveram a integração da Gestão Académica com a Gestão Financeira/POC-E (Plano Oficial Contabilidade-Educação), o qual permite, não só agilizar aspectos importantes da gestão e da fiabilidade de informação, como também reduzir custos a curto prazo nas Instituições do ensino superior.

Com esta aplicação, o ISCSP dispõe agora de um processo automático que, em pouco mais de 5 minutos permite integrar todos os dados da Gestão Académica com a Gestão financeira, numa operação que antes, podia consumir até 5 dias de um recurso.

A integração foi desenvolvida a partir do SIGES, (Sistema Integrado de Gestão Académica) da Digitalis, e o GIAF, (Gestão Integrada Administrativa e Financeira), ERP da Indra, e é hoje uma realidade em produção, no Instituto Superior de Ciências Políticas e Sociais.

Com um investimento muito reduzido, esta solução viabilizou o acesso ao detalhe da informação em tempo real das receitas/custos de alunos por curso, disciplina, ano letivo, assim como todas as receitas/custos específicas inerentes à instituição de ensino superior, levados ao detalhe que cada instituição pretenda.

A Digitalis e a Indra deram um passo decisivo na constituição de um módulo que trouxe ao ISCSP vantagens evidentes para uma gestão centralizada e consolidada da informação financeira de origem académica, com ganhos importantes em vertentes, que englobam a normalização na exposição de informação de tesouraria académica, ganhos de produtividade e de fiabilidade nos processos de integração, automatização de tarefas e a constituição de uma base integrada de informação financeira para apoio a decisões de gestão, atendendo aos requisitos do POC-E (Portaria 794/2000).

Esta integração permite ao ISCSP detalhar de forma simples, rápida e bastante económica, toda a informação de gestão necessária. Neste sentido, todas as operações de contabilização de receita e despesa envolvidas na área académica, têm tradução imediata, sem necessitarem de qualquer intervenção por parte dos utilizadores, na gestão financeira POC-E. Com ganhos muito elevados tanto ao nível da fiabilidade como da disponibilidade dos mesmos, acrescem os económicos, uma vez que a aplicação não requer qualquer intervenção de utilizadores. A organização fica dotada de informação que vai melhorar todos os níveis de decisão, sejam estes operacionais, táticos ou estratégicos, permitindo a tomada de decisões com base em factos, em detrimento das decisões tomadas sobre aproximações mais ou menos fidedignas da realidade.

Segundo Helder Alves, diretor na Indra, “Acreditamos que este tipo de soluções podem ser extremamente benéficas para todas as Instituições do Ensino Superior, não só a nível de redução de custos de operação, mas também numa maior fiabilidade, automatização e disponibilidade de informação que permitirá um melhor desempenho e eficácia do trabalho dos vários departamentos.“


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Patricia Fonseca

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