IFS cresce no terceiro trimestre com aumento de 8% na venda de licenças em 2015

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A IFS comunicou os seus resultados globais para o terceiro trimestre e anuais (YTD). Neste anúncio, a empresa, revela um aumento de 8% na venda de licenças em 2015 e de 8% na manutenção no último trimestre.

Um aspecto que contribuiu para os resultados agora apresentados é o lançamento e início de operação em novos mercados, como o Português. Em território nacional, a IFS, manteve uma forte aposta com a abertura de um novo escritório e parceria com a StepAhead Consulting (anunciados em  Maio’15)  e  cerca  de  20  Clientes,  entre  os  quais  constam -se nomes como Sogepoc, a Oliveira & Irmão, Bial ou Borgstena. O escritório nacional, que é liderado por Gustavo Brito, à semelhança do Espanhol, conta também com Celestino Macedo Alves, Senior Sales Executive & Marketing da IFS Portugal.

Segundo Gustavo  Brito, Managing Director da IFS Ibérica,“a aposta no mercado Português é um passo natural na evolução que pretendemos para a empresa na península Ibérica já que a empresa tem uma oferta diferenciada e capaz de responder a todos os pedidos, mesmo os mais exigentes”.

Os dados financeiros da IFS World, relativos ao terceiro trimestre, são os seguintes:

  • Vendas de Licenças atingiram um total de 15 milhões de Euros, em linha com as previsões, após ajuste cambial;
  • O volume de vendas de Manutenção foi de 31 milhões de Euros, um aumento de 8 por cento face aos 27,5 milhões de Euros registados em período homólogo, após ajuste cambial;
  • A Unidade de Consultoria registou um volume de negócios de 35,7 milhões de Euros, uma redução de 4 por cento versus os 35,9 milhões de Euros registados em período homólogo;
  • O volume total de negócios líquido totalizou o valor de 82 milhões de Euros, um crescimento de 1 por cento face aos 77,7 milhões de Euros registados no mesmo período;
  • O EBITDA ajustado foi de 9,3 milhões de Euros, versus os 10,1 milhões registados no mesmo período. O EBIT registou um valor de 6,9 milhões de Euros versus 6,7 milhões em 2014;
  • O valor do cash flow depois de investimentos foi de -106.840 euros versus 961.000 euros em 2014 e os resultados por ação diluídos foram de 0,19 Euros, o que compara com os 0,17 Euros de 2014.

Por seu turno, os resultados alcançados nos primeiros nove meses do ano são os seguintes:

  • Vendas de Licenças atingiram um total de 46,6 milhões de Euros, o que representa um
    aumento de 8 por cento, após ajuste cambial;
  • O volume de vendas de Manutenção foi de 93 milhões de Euros, um aumento de 5 por cento face aos 81,5 milhões de Euros registados em período homólogo, após ajuste cambial;
  • A Unidade de Consultoria registou um volume de negócios de 118 milhões de Euros, um aumento de 1 por cento versus os 109 milhões de Euros registados em período homólogo;
  • O volume total de negócios líquido totalizou o valor de 258,6 milhões de Euros, um crescimento de 4 por cento face aos 231,5 milhões de Euros registados no mesmo período;
  • O EBITDA ajustado foi de 26,2 milhões de Euros, versus os 24,5 milhões registados no mesmo período. O EBIT registou um valor de 19,2 milhões de Euros versus 16,8 milhões em 2014;
  • O valor do cash flow depois de investimentos foi de 6,7 milhões de Euros versus 18,3 milhões em 2014 e os resultados por ação diluídos foram de 0,55 Euros, o que compara com os 0,44 Euros de 2014.

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Patricia Fonseca

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