IBM utiliza tecnologia Flash para acelerar análise de Big Data

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A IBM anunciou uma iniciativa estratégica para, através da tecnologia Flash, ajudar as empresas a melhor enfrentarem os desafios do Big Data. A Companhia anunciou ainda o investimento de mil milhões de dólares em Investigação e Desenvolvimento para projetar, criar e integrar novas soluções Flash ao portefólio de servidores, de sistemas de armazenamento e de middleware.

A tecnologia Flash, uma memória regravável altamente eficiente, pode acelerar e reduzir os tempos de resposta (de milissegundos para microssegundos) na recolha de informações em servidores e sistemas de armazenamento. Porque não contém partes móveis, esta tecnologia é mais fiável, resistente e mais eficiente do que os discos rígidos giratórios.

“A poupança e o desempenho da tecnologia Flash são tão promissores que esta solução da IBM poderá ter um impacto revolucionário nas empresas, especialmente no que diz respeito a aplicações com alto volume de transações”, sublinha Ambuj Goyal, General Manager, Systems Storage, IBM Systems & Technology Group. “A convergência do Big Data com as tecnologias Cloud, Social e Mobile exige maior velocidade e eficiência nas empresas, a fim de conseguirem analisar de forma mais rápida a visão do negócio. Com o Flash, agora já é possível”.

Os clientes IBM FlashSystem conseguiram reduções até 90% no tempo de transação para aplicações bancárias, de retalho e de telecomunicações, e até 80% de reduções no consumo de energia com a consolidação de centros de dados e projetos de cloud computing.

Como parte do compromisso de ajudar as empresas a melhor enfrentarem os desafios do Big Data, a IBM vai abrir 12 Centros de Competências em todo o mundo, onde poderão ser estudados vários cenários, usando dados concretos e reais para medir os potenciais ganhos de desempenho com o uso do IBM Flash.

As empresas poderão ver in loco como o IBM Flash pode ajudar a tomar melhores decisões e otimizar o desempenho durante os picos de trabalho. Estes Centros de Competências vão estar completamente operacionais até ao final do ano na China, Alemanha, Índia, Japão, Singapura, América do Sul, Grã-Bretanha, Estados Unidos e França.


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Patricia Fonseca

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