29294 0

GSTEP fecha 2016 com 5,3 milhões e reforça aposta internacional

A GSTEP fechou o ano 2016 com uma faturação de 5,3 milhões de euros, reforçando a posição de topo no mercado de Business Intelligence em Portugal. Estes números significam um crescimento de 71% face aos resultados de 2015, que se cifraram nos 3,1 milhões de euros.

Face aos resultados intermédios, a empresa já tinha revisto em alta as previsões para o ano transato, de 3,5 para 5 milhões de euros, mas, mesmo assim, conseguiu superar todas as expectativas e consolidar a sua posição no topo do mercado.

A área que mais se destacou em termos de faturação, em 2016, foi a de Business Intelligence (BI), embora, em termos de crescimento, a área de EPM (Enterprise Performance Management) se tenha demarcado das demais. Entre os fatores que mais contribuíram para o sucesso da GSTEP em 2016 contam-se o crescimento em várias indústrias e tecnologias, o que permitiu conquistar perto de duas dezenas de novos clientes.

Destaque ainda para a continuação do reforço de parcerias com empresas nacionais e internacionais não
especializadas em BI, EPM e Business Analytics. «Estas parcerias levaram-nos a novos clientes, com grande sucesso para as várias partes envolvidas, pelo que continuamos a acreditar que esta é uma fórmula de futuro e que trará muitos mais sucessos para a GSTEP e os seus parceiros», conta Carlos Cardoso, CEO da GSTEP.

Em termos internacionais, o negócio da GSTEP conheceu um crescimento acentuado no Sudoeste Africano e no mercado espanhol, «que também está a abrir boas oportunidades», revela Carlos Cardoso. «É o resultado da nossa aposta na internacionalização e da nossa estratégia além-fronteiras», acrescenta o responsável.

Uma aposta que está a dar os seus frutos, como comprova o peso do negócio internacional nos resultados da empresa que, segundo Carlos Cardoso, «está mais visível e com um volume significativo».

Na sequência do sucesso dos resultados de 2016, a GSTEP já traçou os seus objetivos para 2017. A empresa pretende continuar a expandir-se e a consolidar a sua posição nos mercados externos, nomeadamente «no Sudoeste Africano, em Espanha e na Europa Ocidental, tendo como objetivo principal para 2017, o reforço da posição da GSTEP no mercado espanhol», revela o CEO.

Para acompanhar este crescimento, e tendo em conta todos os projetos em curso e os acabados de conquistar, a GSTEP «prevê um crescimento de 15% em recursos humanos, baseado em contratações que irão incidir nas 3 áreas core: BI, EPM e Business Analytics», desvenda Carlos Cardoso.

Um crescimento em quantidade que a empresa pretende que seja também em qualidade. Para isso, a GSTEP tem vindo a fazer um investimento efetivo na formação e certificação dos seus colaboradores junto dos parceiros tecnológicos, tendo, nos últimos meses, atingido uma média de 2 certificações por mês.


Patricia Fonseca

Patricia Fonseca

Viciada em tecnologia, entrou para a equipa em 2012 e é responsável pela Leak Business, função que acumula com a de editora da Leak. Não dispensa o telemóvel nem o iPod e não consegue ficar sem experimentar nenhum dispositivo tecnológico.

Notícias Relacionadas

Dimension Data lidera projeto para GRUPO VANGEST

A Dimension Data foi escolhida para liderar um projeto de renovação tecnológica da atual infraestrutura do Grupo Vangest, que envolve a implementação de uma solução convergente e engloba

JP disponibliza 25 mil Magalhães para Census mexicano

Por ocasião da visita ao México do ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, foi adjudicado à JP – inspiring knowledge um contrato para o fornecimento de 25 mil

Siemens abre 109 vagas em Portugal para reforçar as Tecnologias de Informação

A Siemens Portugal tem 109 vagas para perfis tão diversos como BPM Development Specialist, IT Business Tester,Data analyst, SAP HANA developer e Security Engineer, entre outros. Recentemente, a

Alcatel-Lucent responde à procura de acessos de ultra banda-larga e serviços Gigabit com inovações nas tecnologias de cobre e fibra

A Alcatel-Lucent acaba de apresentar um conjunto de inovações para redes de cobre e fibra que vão permitir aos operadores responder às necessidades atuais e futuras por serviços

Dê a sua opinião:

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *