GSTEP abre escritório em Moçambique

10648
0
Share:

A GSTEP anunciou a abertura de um escritório em Moçambique, com o objetivo de gerir oportunidades neste mercado e na África do Sul.

Numa fase inicial, a operação em Maputo vai avançar com 3 colaboradores, que terão o apoio permanente de toda a equipa GSTEP de Portugal, bem como das equipas em Angola e na África do Sul. Em termos de oferta, a GSTEP focará o seu esforço na área de Business Intelligence/Data Warehouse tradicional e soluções verticais.

Ao nível de clientes, a GSTEP Moçambique já tem experiência no setor Mineiro. Para além deste, abordará áreas nas quais já desenvolve projetos noutros países, como Banca & Seguros, Administração Púbica e outras com o nível de desenvolvimento de maturidade necessário à adoção do BI.

De acordo com Carlos Cardoso, CEO da GSTEP, “A abertura do escritório em Moçambique resulta de um investimento de largos anos neste mercado e é a consequência natural de um conjunto de oportunidades e clientes que gerimos no território. Este reforço da estratégia internacional da GSTEP é um passo essencial na consolidação de uma relação mais próxima dos centros de decisão dos nossos clientes, num mercado que deverá registar um crescimento anual de 8% durante os próximos anos.”

Em 2013, o negócio em Moçambique atingiu cerca de 10% da atividade global da GSTEP. A abertura do escritório representou um investimento de 250 mil euros e, até ao final do ano, a GSTEP prevê faturar meio milhão de euros neste mercado.

Atualmente a área internacional da GSTEP representa 20% do seu negócio, deverá atingir os 25% no final de 2014 e o objetivo a curto prazo é que represente 50% na faturação. A GSTEP tem projetos a decorrer na Europa central, Moçambique, Angola e África do Sul.

“Portugal é e continuará a ser o nosso principal mercado. Esperamos manter o ritmo de crescimento do volume de negócios em Portugal, que é significativo, acima dos dois dígitos percentuais. No entanto, a percentagem do negócio internacional pode ser muito maior, pelo que entendemos que a consolidação da GSTEP só se pode fazer com um equilíbrio dos mercados doméstico e internacional”, conclui Carlos Cardoso.


Share:

Deixe o seu comentário