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Estudo da Magna Global antecipa crescimento do Programmatic BUYING EM TV

A Magna Global, unidade de estratégia global do grupo IPG Mediabrands, divulgou os resultados do estudo “Programmatic 2015 – The Path Forward”, onde dá a conhecer as tendências da atividade de programmatic. O relatório indica que o investimento em programmatic TV crescerá de 4% em 2015 para 17% em 2019, segundo as estimativas da Magna Global.

O relatório identifica os desafios associados ao programmatic, desde logo simplificação e consolidação do ecossistema. Esta área conheceu uma grande evolução num curto espaço de tempo, passando-se de pequenas experiências para estratégias estruturadas e em maior escala.

«A forma de olhar para os hábitos dos consumidores/audiências evoluiu de slots estáticos no tempo para períodos fracionados em pequenos momentos ao longo do dia com sobreposição de tarefas. Para além de uma necessidade de resposta em tempo real, é necessário reduzir ineficiências resultantes da sobreposição de soluções no qual o ambiente programático permite responder a grande parte dos principais desafios daqui resultantes», sublinha Pedro Sousa, Director de Digital e Ativação do IPG Mediabrands.

De acordo com Pedro Sousa, «o ecossistema digital e programmatic é cada vez mais complexo, pelo que as agências têm um papel cada vez mais importante como arquitetas de soluções integradas».

As oportunidades em Televisão são um aspeto crítico a ter em conta nos próximos anos, simplificando as operações, embora, a curto prazo, não seja expectável um crescimento tão grande como o que se registou no digital.

No mercado nacional ainda estão a ser dados os primeiros passos na área do programmatic, mas esta é uma realidade incontornável. Em Portugal, o programmatic buying deverá atingir um valor perto dos 70 milhões de dólares até 2018.

A atividade programmatic do IPG Mediabrands é, globalmente, gerida através da plataforma CADREON, que disponibiliza aos clientes das agências do grupo, Initiative e UM, uma sofisticada solução que opera num modelo aberto, ou seja, operacionaliza uma grande variedade de soluções tecnológicas e parceiros.


Patricia Fonseca

Patricia Fonseca

Viciada em tecnologia, entrou para a equipa em 2012 e é responsável pela Leak Business, função que acumula com a de editora da Leak. Não dispensa o telemóvel nem o iPod e não consegue ficar sem experimentar nenhum dispositivo tecnológico.

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