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Estudo da IBM e do Instituto Ponemon revela falhas graves na segurança das aplicações móveis

A IBM e o Instituto norte-americano Ponemon acabam de lançar um novo estudo na área da segurança móvel. Os resultados são surpreendentes e mostram que quase 40% das grandes empresas, designadamente algumas do Top 500 da Revista Fortune, não estão a tomar as devidas precauções para proteger e garantir um acesso seguro às aplicações móveis que disponibilizam aos seus clientes. O estudo conclui também que algumas organizações não estão a proteger de forma adequada os dispositivos móveis dos seus profissionais, incluindo os associados ao BYOD, contra ciberataques – abrindo a porta a hackers que facilmente conseguem aceder a dados do utilizador, corporativos e de clientes.

O número de ataques à segurança móvel continua a crescer. O estudo do Instituto Ponemon e da IBM, que analisou as práticas de segurança de mais de 400 grandes e médias empresas, concluiu que é habitual uma empresa só testar metade das aplicações móveis que lança. Além disso, 33% das empresas nunca testam as suas aplicações e 50% canalizam zero por cento do seu orçamento à segurança móvel.

“Garantir a segurança das aplicações móveis não está no topo das prioridades das empresas, representando claramente uma oportunidade para os hackers reverterem a programação da aplicação e chegarem a dados confidenciais”, alertou Caleb Barlow, Vice President of Mobile Management and Security da IBM. “As empresas precisam antecipar estes ataques e adotar estratégias de mobile mais inteligentes.”

Os hackers estão a aproveitar a proliferação dos dispositivos móveis, das aplicações inseguras e das redes Wi-Fi públicas para chegarem a informações corporativas. Além disso, estão também a usar os dispositivos móveis como uma porta de entrada para chegar mais longe, à rede interna e altamente confidencial das empresas.

As empresas analisadas operam em indústrias que trabalham com dados altamente sensíveis, incluindo serviços financeiros, setor público, saúde e farmacêutica, entretenimento e retalho.


Patricia Fonseca

Patricia Fonseca

Viciada em tecnologia, entrou para a equipa em 2012 e é responsável pela Leak Business, função que acumula com a de editora da Leak. Não dispensa o telemóvel nem o iPod e não consegue ficar sem experimentar nenhum dispositivo tecnológico.

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