Check Point mostra no CPX 2015 a nova geração de tecnologias de prevenção de ameaças e segurança móvel

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A Check Point aproveitou a celebração do seu evento europeu anual Check Point Experience (CPX), realizado em Amsterdão, para mostrar como as suas inovações em prevenção de ameaças e segurança móvel protegem as organizações contra ataques novos e desconhecidos. O evento registou uma assistência de mais de 1500 profissionais e peritos em segurança TI, entre clientes, parceiros, imprensa e analistas de toda a Europa.

A abertura do evento esteves a cargo de Gil Shwed, fundador e CEO da Check Point, que, durante a sua intervenção, afirmou: “em 2014, vimos um crescimento de 42% no número de ataques dirigidos contra todo o tipo de organizações, das pequenas empresas às grandes corporações e entidades governamentais”. Segundo os dados da Check Point, 74% das empresas registaram pelo menos um incidente de malware, e 47% sofreram alguma falha de segurança através de um dispositivo móvel. “E estes são só os que conhecemos”, sublinha Gil Shwed. “Ninguém está imune”.

“Concentrando-nos em evitar que se espalhem as novas ameaças emergentes, e colaborando para compartilhar a inteligência de ameaças, podemos proporcionar uma melhor protecção contra os ataques avançados”, assegurou o mesmo responsável, segundo o qual “hoje, a Check Point oferece os maiores recursos de inteligência sobre ameaças.”

Por sua parte, Amnon Bar-Lev, presidente da Check Point, utilizou a sua apresentação para mostrar como as empresas podem integrar em tempo real esta inteligência sobre ameaças através de arquitecturas de segurança modulares e flexíveis para fortalecer as suas defesas. “A inteligência de ameaças é um componente crítico, mas no final só nos diz o que está a ocorrer”, explica Bar-Lev. “Com a Check Point, os clientes podem reforçar a sua inteligência e convertê-la em protecção avançada para os sues ambientes de rede, obtendo a melhor defesa possível contra ameaças que ainda não se conhecem”.

Também durante o evento, a Check Point apresentou o Mapa ThreatCloud Mundial de Ciberameaças, uma ferramenta que permite visualizar em tempo real como e onde estão ter lugar os ataques em todo o mundo, com um nível de detalhe mais profundo do que qualquer outro recurso, utilizando a plataforma ThreatCloud a partir da base instalada de gateways de segurança com que conta a companhia. O mapa mostra diariamente dados chave e estatísticas sobre ameaças, incluindo os países onde se originam a maioria dos ataques, os países com um maior número de alvos, tipos de ataques e dados específicos por país, tais como médias de infecção e tipologias de ataque mais comuns, por semana e por mês.

Por último, Gil Shwed mostrou aos presentes no CPX2015 como a Check Point vai integrar a tecnologia da Lacoon Mobile Security – companhia recentemente adquirida -, dentro da sua solução de segurança móvel Capsule, adicionando capacidades de emulação de ameaças avançada para aplicações móveis, análise de riscos por conduta e capacidades de detecção de anomalias em tempo real, para proporcionar uma segurança completa para os dispositivos móveis. Também falou sobre prevenção de ameaças a nível da CPU para deter as mesmas antes que a infecção aconteça, graças à tecnologia da Hyperwise, outra companhia adquirida pela Check Point no início deste ano.


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Patricia Fonseca

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