Altitude aborda os desafios do novo Regulamento Geral de Proteção de Dados

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A Altitude Software promoveu um evento que teve por objetivo a discussão do novo Regulamento de Proteção de Dados, aprovado pelo Parlamento Europeu em abril de 2016 e obrigatório a partir de Maio de 2018. Este Regulamento aplica-se às empresas e organizações que oferecem produtos e serviços aos consumidores Europeus, independentemente de o responsável pelo tratamento (ou o subcontratante) se encontrar ou não localizado na União Europeia.

As consequências que o GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados) terá na atividade das empresas do setor e os desafios que as organizações terão, necessariamente, que enfrentar, deram o mote para este evento, que teve como oradores João Ferreira Pinto, advogado especialista e Managing Partner ECIJA Law and Technology, e Márcia Machado, Sales Account Manager Altitude Software. Tendo contacto com a presença de mais de uma centena de pessoas, entre parceiros e clientes da Altitude, o evento teve o apoio da Associação Portuguesa de Contact Centers (APCC) e com a Associação de Profissionais de Customer Service (APROcs).

Esta legislação vem introduzir uma mudança de paradigma na forma como todos os intervenientes olham para a proteção de dados pessoais – dos próprios cidadãos às empresas que processam os dados, passando pelos profissionais do direito”, referiu João Ferreira Pinto. “O novo regulamento é aplicado em todos os estados-membros, num total de mais de 500 milhões de cidadãos, e obrigará a um importante esforço de adaptação das instituições e da legislação interna para cumprir as exigências de um texto que é de aplicação direta nos ordenamentos nacionais”.

Márcia Machado, por seu turno, centrou a sua apresentação nos esforços que a Altitude Software tem vindo a desenvolver no sentido de garantir que os dados dos clientes dos contact centers permanecem protegidos e seguros, sublinhando que “a difusão deliberada ou acidental de dados sensíveis nos contact center é um problema com consequências de grande alcance, já que as empresas estão cada vez mais sujeitas a regulamentação que as obriga a tomar medidas técnicas, físicas e organizacionais para garantir a segurança da informação mais sensível”.


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Patricia Fonseca

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