62% dos empresários Portugueses consideram positivo o impacto dos dispositivos móveis no equilíbrio entre vida pessoal e profissional

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Os  empresários  portugueses  de  pequenas  e  médias empresas são, na Europa, os mais positivos na apreciação do impacto que os dispositivos móveis têm no equilíbrio entre as suas vidas profissional e pessoal, com 62% de respostas favoráveis.  Estes  dados,  que  constam  do  último  Estudo  Sage  Business  Index,  colocam  o nosso  país  na  liderança  dos  países  europeus,  sendo  seguido  pela  Espanha  com  58%  de respostas positivas.

O Estudo da responsabilidade do Grupo Sage analisa a resposta de 13.710 responsáveis de PME  (1.018  em  Portugal)  em  18  mercados.  Considerando  a  média  ponderada  neste indicador,  47%  dos  inquiridos  consideram  que  o  impacto  dos  dispositivos  móveis  no equilíbrio entre as suas vidas profissional e pessoal é positiva. A liderança cabe à Malásia com 78% de respostas favoráveis e na cauda da tabela surge a Áustria, com 19%.

“A  tecnologia  móvel  atingiu  a  maturidade.  Não  é  uma  tendência  emergente,  é  uma realidade  palpável.  Os  empresários  que  aderiram  a  esta  mudança  estão  a  colher  os benefícios,  no trabalho e  em  casa  e  como  resultado têm  clientes  mais  felizes  e  negócios mais sólidos”, refere Sara Machado, Marketing Manager da Sage Portugal.

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Nos restantes indicadores, Portugal surge muito próximo da média das respostas obtidas ou mesmo  acima  dela.  Assim,  37%  dos  empresários  portugueses  referiram  utilizar  cada  vez mais o recurso ao e-mail para comunicar com os seus clientes, quando a média ponderada é de 47%. Refira-se, por outro lado, que o contacto pessoal com o cliente é o mais elevado entre  nós,  com  25%  dos  empresários  a  referirem  que  preferem  esta  forma  de  se relacionarem com os seus clientes. A média dos 18 mercados é de 15%.

Um  outro  indicador  analisado  foi  o  grau  de  confiança  dos  empresários na  segurança  dos dados e informações ao utilizarem comunicações móveis. Portugal confia maioritariamente na  proteção dos dados,  na  sua privacidade  e na  cyber  segurança,  com  64%  de  respostas positivas, mas abaixo da média dos inquiridos, que chegam a 74%.

Quanto à utilização dos dispositivos móveis quando se encontram deslocados dos locais de trabalho,  os  empresários  portugueses  estão  perfeitamente  em  linha  com  a  média  das respostas alcançadas no inquérito: 58% considera essa possibilidade uma vantagem para o desenvolvimento  do  negócio.  Os  portugueses  consideram  que  dessa  forma  conseguem continuar o contacto com clientes e fornecedores de uma forma mais fácil.

Cerca  de  um  quarto  das  horas  diárias  de  trabalho  são  gastas  utilizando  os  dispositivos móveis à disposição dos empresários, e isto é válido tanto para os empresários portugueses (23% de respostas) como para a média ponderada de todos os mercados inquiridos (24%).

Analisando os contactos entre os clientes e fornecedores e o empresário, a maioria, tanto em  Portugal  como  no  agregado  do  inquérito,  consideram  que  tanto  clientes  como fornecedores  os  podem  contactar  24  horas  por  dia,  sete  dias  na  semana,  o  que  é considerado uma boa oportunidade para os negócios. Neste domínio, as respostas obtidas junto dos empresários portugueses inquiridos está muito próxima da média ponderada dos 18  mercados:  46% dos portugueses  acreditam que  os  seus  clientes  os poderão  contactar nesse  período,  contra 47%  no  global  das respostas.  Já  64%  dos  empresários  portugueses consideram  que  tal  acontece  graças  ao  recurso  aos  dispositivos  móveis,  valor  acima  da média ponderada, que se fica pelos 59%.


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Patricia Fonseca

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