Mobilidade aumenta produtividade laboral em 16%


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Empresas que têm vindo a apostar no uso de dispositivos móveis comprovam benefícios: para além do aumento de produtividade em 16% – que representa uma poupança de 6.4 horas semanais, o equivalente a 320 horas ou 41 dias de trabalho por ano –, a criatividade dos colaboradores registou um acréscimo de 18%, a satisfação 23% e a lealdade à empresa 21%. Fatores que contribuem em larga escala para o sucesso de qualquer negócio.

A ascensão da geração Mobile (#GenMobile[1]) deu o mote à edição deste ano que se realizou em Portugal e que analisou e debateu as diferenças entre mercados ocidentais e orientais. De acordo com o relatório “Mobility, Performance and Engagement” do Economist Intelligence Unit (EIU) e Aruba, uma empresa Hewlett Packard Enterprise, que contou com a auto-avaliação de 1865 respostas, os colaboradores de países ocidentais como Estados Unidos, Alemanha e Reino Único são mais felizes, leais e produtivos no trabalho do que os colaboradores de países orientais, como o Japão ou Singapura.

Nesta Conferência foram identificadas algumas tendências-chave que ajudam a compreender a #GenMobile e a forma como as empresas estão a responder aos desafios:

  • Captação de talento: 40% afirma que nunca trabalharia para uma empresa que não permitisse usar os seus próprios dispositivos móveis para o trabalho.
  • Produtividade: 49% acredita ser mais produtivo a trabalhar a partir de casa.
  • Partilha: 42% das empresas aposta no uso de ferramentas colaborativas (Slack, Gchat) para promover a produtividade e satisfação.
  • Conetividade: 31% oferece apps que promovem a comunicação móvel das atividades diárias de trabalho entre colaboradores.
  • Acessibilidade: 54% das empresas fornece acesso à rede da empresa a partir de qualquer dispositivo móvel.

Além de melhoria dos níveis de produtividade, satisfação e lealdade, estas práticas também apontando para um melhor equilíbrio entre vida profissional.

“As empresas dependem de forma direta do talento dos seus colaboradores e é por isso que a aposta na mobilidade defendida pela #GenMobile tem que ser uma realidade. É preciso garantir a retenção dos melhores e a melhor produtividade possível. Mesmo que para isso tenha que haver ajustes nos métodos de trabalho, os benefícios a longo prazo virão. Há que apostar na evolução da oferta para garantir que a concorrência não vence no processo de recruta dos melhores”, defende Fernando Teixeira, HPE Aruba, Portugal Country Manager.

Para que os Chief Information Officers (CIOs) possam conceber melhores métodos de trabalho mobile-first, e consecutivamente gerar mais receitas, a Aruba desenvolveu um modelo para a criação de ambientes mais rentáveis. Mais informação disponível aqui: www.arubanetworks.com/genmobile2016

Author

Patricia Fonseca
Patricia Fonseca

Viciada em tecnologia, entrou para a equipa em 2012 e é responsável pela Leak Business, função que acumula com a de editora da Leak. Não dispensa o telemóvel nem o iPod e não consegue ficar sem experimentar nenhum dispositivo tecnológico.

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