72% das empresas escolhem o banco pela reputação

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Mais de 66% das empresas preferem bancos que contem com um fornecedor sólido de segurança TI, de acordo com um estudo da Kaspersky Lab. Os bancos que fazem da segurança uma prioridade e trabalham no sentido de garantir as medidas de proteção contra a fraude financeira online têm vantagens tanto a manter clientes, como a conquistar novos.

De acordo com o estudo, realizado em parceria com a B2B International, nove em cada 10 (96%) empresas utiliza a banca online nas suas operações diárias. A possibilidade de utilizar os serviços bancários sem necessidade de se deslocar fisicamente a um banco traz consigo muitos benefícios, nomeadamente a melhoria nos tempos de resposta e a redução de custos operacionais.

No entanto, esta comodidade pode também ter consequências negativas, pondo as empresas em risco de fraude financeira online e dando aos cibercriminosos outras formas de pôr em perigo a infraestrutura de TI empresarial. Pouco menos de dois terços (63%) das empresas inquiridas pela Kaspersky Lab entendem estes riscos e a importância de aplicar todas as medidas de segurança para proteger os seus dados críticos.

A segurança representa um papel fundamental para as empresas no momento de escolherem o seu parceiro bancário. Quase três quartos (72%) das empresas inquiridas selecionam os bancos pela sua reputação em segurança e quase 90% estão dispostas a pagar mais para trabalhar com um banco que conte com uma sólida política de segurança e um bom historial neste campo. Além disso, 47% das empresas acreditam que as entidades financeiras ainda têm muito a fazer nesta área e que precisam de melhorar as medidas adotadas.

Para garantir o melhor serviço possível aos clientes empresariais e que as transações são seguras, é necessário uma abordagem integral de segurança. As empresas necessitam de investir recursos na previsão e deteção dos ataques. Mas, além disso, devem saber responder eficazmente a estes. É necessário que a segurança seja um processo constante.

O diretor-geral da Kaspersky Lab Iberia, Alfonso Ramírez, refere que “hoje em dia, os bancos operam mais como empresas de TI do que como instituições financeiras. Todas as suas interações com os clientes são partilhadas e armazenadas online. No entanto, estes processos bancários são vulneráveis e uma infraestrutura de TI comprometida pode derivar numa grande perda de dados ou inclusive em prejuízos financeiros ou de reputação. É, portanto, imperativo que os bancos pensem mais como empresas de TI e façam da sua segurança uma prioridade”.

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Patricia Fonseca

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