Estudo da Forbes indica que as melhores aplicações de Business Intelligence permitem acesso self-service aos dados


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A Qlik publica os resultados de um estudo global que revela que os programas de Business Intelligence de maior êxito têm mais probabilidade de deixar as soluções de análise visual e tomada de decisões na mão dos utilizadores. De acordo com o estudo, cerca de dois terços dos inquiridos acreditam que o self-service na análise de dados proporciona uma vantagem competitiva importante e metade acredita que esta abordagem pode ajudar a revelar informações valiosas.

O estudo, que conta com a participação de mais de 400 profissionais séniores do mundo dos negócios e das TI, confirma que as organizações estão a adotar o ambiente de self-service, no qual os utilizadores têm controlo sobre a sua própria análise, modelos, visualização e tomada de decisão. Mais de metade dos inquiridos afirmam que o seu ambiente de Business Intelligence apresenta um grau significativo ou muito significativo de elementos de self-service.

Simultaneamente, os departamentos de TI e gestores de áreas de negócio mostram-se preocupados com aspetos relativos à governança de dados, desde a sua segurança, à sua integridade e veracidade. Cerca de 20% dos inquiridos afirma que o aspeto mais desafiador para permitir o acesso self-service aos dados é a combinação de dados de diferentes fontes. Outro desafio chave é assegurar a segurança da informação, sublinhado por 14% dos inquiridos. Segundo os participantes no estudo, para que um modelo de self-service tenha êxito precisa de ser um modelo de governança de dados eficaz, que não só preserve a segurança e integridade dos dados, mas que igualmente transmita a confiança aos utilizadores de que os seus conjuntos de dados são completos e precisos.

“Recolher mais e mais dados não nos leva a melhores decisões,” afirma o Diretor de Business Intelligence da National Express, Frank Kozurek. “O verdadeiro BI fornece os utilizadores com ferramentas e capacidades de governação que lhes permita explorar os seus próprios dados, utilizando os conhecimentos que só eles têm devido a estarem em contacto direto com as necessidades da sua área de negócio. Conseguem obter toda a informação que quiserem, interagir e jogar com ela. O Business Intelligence que não é fundamentalmente de self-service não produz inteligência.”

Mais resultados do estudo:

Soluções de self-service e software de visualização de dados proporcionam uma nova imagem ao BI: 54% dos inquiridos afirma que melhorar a visualização de dados é um imperativo estratégico, 40% concorda que modelos de self-service para análise de dados criam uma vantagem competitiva significativa; e 53% acredita que o self-service permite aos utilizadores desenvolver uma análise mais visual. Em relação a como se cria valor dentro de uma estrutura de BI self-service, a maioria dos inquiridos sublinha melhorias em atividades como identificação de oportunidades de negócio (69%), estabelecer preços de forma otimizada e dinâmica (65%), ou a avaliação de produtividade (63%).

A formação sobre os dados é uma competência obrigatória: As diretrizes de futuro incluirão permitir às unidades de negócio interagir com mais dados corporativos e externos, aumentar a formação para executivos, assim como providenciar melhor acesso em plataformas móveis e à cloud para os necessários fluxos de dados. Mais de metade das empresas (54%), afirma que estão a criar um centro de excelência para melhorar o seu desempenho no modelo de self-service. Quase 3 em cada 4 inquiridos dizem que estão a dirigir os seus departamentos de TI para trabalharem em colaboração com as restantes áreas de negócio para expandir o acesso a mais formas de informação corporativas e externas. Outros 62% concordam com a ideia de que os superiores diretos precisam de dar passos significativos na formação de gestão de dados.

Em direção a um ambiente de BI self-service: De acordo com o estudo, em aproximadamente 1 em cada quarto dos casos, os gestores séniores desempenham um papel chave na criação de um ambiente de self-service. Porém, para a maioria dos inquiridos (64%), o que leva à adoção deste modelo é uma combinação da gestão de topo com iniciativas orgânicas de baixo para cima. No que respeita ao valor que está ser criado atualmente, as funções citadas mais frequentemente são finanças (67%), vendas (61%), marketing (60%), e compliance (60%).

Author

Patricia Fonseca
Patricia Fonseca

Viciada em tecnologia, entrou para a equipa em 2012 e é responsável pela Leak Business, função que acumula com a de editora da Leak. Não dispensa o telemóvel nem o iPod e não consegue ficar sem experimentar nenhum dispositivo tecnológico.

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